O mapa da vida é como um mapa de estradas. Estão lá os caminhos mas a maioria deles nunca os conheceremos. Cheios de possibilidades mas também de encruzilhadas e labirintos. Há depois uma imensidão de pequenos caminhos e atalhos que não vêm no mapa. E é nessa malha escondida que o mapa falha.
Temos de seguir a intuição ou, talvez, o coração. Porque, em última instância, é o coração que ajuda a tomar decisões, mesmo que se revelem erradas levando-nos para becos sem saída. E aí a solução é recuar e continuar outro caminho. Viver é caminhar, procurar, criar, insistir. Nem sempre pelas auto-estradas mas muitas vezes pelos caminhos escondidos e apagados do mapa.
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